domingo, 1 de agosto de 2010


A poesia que soa em mim
como uma voz suave e triste
de seus labios rosados
ínfima e consoante
corrente que me aprisiona!

A poesia que declamastes
no silêncio de minhas carícias
e ficou escrita em meu corpo
nas marcas profundas de sua unhas!

A mesma poesia derramada
absorvida em meus poros
molhada melodia de gemidos
embebidos na saliva do prazer...

A poesia que soa alto
sino batendo forte e constante
e não deixa meu corpo dormir
pensando em você a todo instante!


Mando Mago Poeta

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